Claro que isso é minha opinião, a astrologia pode variar em conteúdo de astrólogo(a) para astrólogo(a) assim como a tonalidade azul varia de intensidade e foco nos olhos de cada ser, firmando e formando assim a verdade conceitual que se tem sobre a cor azul.
Na Astrologia, porém, não se estuda apenas o homem e sua eficiência para o meio, estuda-se a vastidão de polaridades que se estabelece nesse infinito "finito" de alma, espírito, mente e corpo, ou seria no finito "infinito"...?
O que acontece é que em suas tantas variantes como a que muitos estudam na América Latina chamada de Tropical, ou a Sideral que dá mais importância ainda aos luminares (Sol, Lua) enfatizando o avanço estelar e lembrando com muita força dos ciclos lunares, são metodologias predispostas a energias em maneira de aconselhamento/aviso sobre algo latente que poucas pessoas vão tender a ver, enxergar e ao passo disso levar a sério em sincera verdade.
O escopo de fora alardeia o que está dentro, o que está dentro propõe a inclinação do que está fora, ambos entendidos simbolicamente.
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